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Pesquisa Quantitativa

Números que representam o público inteiro, não só quem respondeu.

Pesquisa quantitativa com estudos customizados, com campo supervisionado e processos certificados pela ISO 20.252.

CATIPresencial (F2F)WebURA
Intervalo de confiançan = 1.225 · IC 95%
Em 95 de cada 100 amostras, o valor real estaria entre 35,2% e 40,8%.Ilustrativo
O que é

Pesquisa quantitativa é o método que mede opiniões, comportamentos e características de um público a partir de uma amostra representativa, usando questionários estruturados. O resultado são percentuais e indicadores com margem de erro conhecida, que permitem generalizar as conclusões para toda a população estudada e comparar grupos com segurança estatística.

Quando usar

Decisões que a pesquisa quantitativa apoia

Quando a pergunta é quantos, quanto ou com que frequência, a resposta precisa de números que representem o público inteiro, não só de algumas opiniões.

  1. Medir satisfação e lealdadeAcompanhe a percepção de clientes e usuários, inclusive pelo NPS, e saiba onde a experiência falha.
  2. Avaliar serviços e políticas públicasOuça a população com amostras representativas por região, faixa etária e perfil socioeconômico.
  3. Acompanhar indicadores no tempoOndas periódicas mostram se as ações estão funcionando e como o mercado evolui.
  4. Dimensionar público e mercadoEstime quantas pessoas usam, compram ou se interessam por um produto ou serviço.
  5. Comparar marcas e propostasSaiba como sua marca, produto ou conceito se posiciona frente às alternativas.
  6. Priorizar investimentosIdentifique os atributos que mais pesam na decisão do público e por onde começar.
Tipos de pesquisa

Para cada pergunta, um tipo de estudo

O tipo de pesquisa define o que o estudo precisa descobrir. Estes são alguns dos mais comuns. Cada projeto é desenhado para a decisão do cliente e pode combinar mais de um tipo.

NPS: Net Promoter Score

O NPS mede a lealdade a partir de uma única pergunta: de 0 a 10, quanto o cliente recomendaria a empresa a um amigo ou colega. O resultado é o percentual de promotores menos o de detratores e vai de −100 a +100. A Checon combina a nota com a pergunta sobre o motivo e com a análise de drivers, para mostrar o que fazer para melhorar.

Indicado para: empresas e órgãos que querem um indicador simples para acompanhar a experiência do cliente e comparar resultados ao longo do tempo.

O que mede
  • Lealdade e propensão a recomendar
  • Motivos de promotores e detratores
  • Evolução no tempo e comparação entre unidades, canais ou segmentos
Como o NPS é calculado
  1. 0Detratores
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. 5
  7. 6
  8. 7Neutros
  9. 8
  10. 9
  11. 10Promotores

NPS = % de promotores − % de detratores (de −100 a +100)

Zonas de classificação do NPS
  1. −100 a −1Zona crítica
  2. 0 a 49Zona de aperfeiçoamento
  3. 50 a 74Zona de qualidade
  4. 75 a 100Zona de excelência
Faixas de referência usadas no mercado. A comparação mais útil é com o próprio histórico e com o setor.
  • NPS relacionalMede a relação geral com a marca, em ondas periódicas, e acompanha a evolução no tempo.
  • NPS transacionalMede logo depois de uma interação, como compra, entrega ou atendimento, por URA, web ou telefone.

Satisfação e experiência: CSAT, CES e outros indicadores

Programas pontuais ou contínuos de satisfação, com os indicadores que melhor respondem à pergunta do cliente. A análise mostra também o que leva cada cliente a elogiar, criticar ou desistir.

Indicado para: empresas e órgãos que querem acompanhar a experiência do cliente ao longo do tempo.

O que mede
  • Satisfação geral e em cada etapa da jornada
  • Esforço para resolver demandas
  • Atributos que mais pesam no resultado (análise de drivers)
Indicadores que medimos
  • CSATCustomer Satisfaction ScoreSatisfação com um serviço, produto ou atendimento específico, geralmente numa escala de 1 a 5.
  • CESCustomer Effort ScoreEsforço que o cliente precisou fazer para resolver uma demanda. Quanto menor o esforço, maior a chance de ele continuar.
  • JornadaSatisfação por ponto de contatoAvaliação de cada etapa: compra, entrega, atendimento, suporte, cobrança. Mostra onde a experiência falha.
  • LealdadeIntenção de recompra ou renovaçãoDisposição de continuar cliente, comprar de novo ou renovar o contrato, e os motivos de quem pensa em sair.
  • DriversImportância × desempenhoCruza o que mais pesa para o cliente com a nota de cada atributo e indica por onde começar as melhorias.

Imagem e posicionamento de marca

Mostra como a marca é conhecida e percebida em relação às concorrentes: o que vem à cabeça espontaneamente, quais atributos são associados a ela e onde estão suas forças e fragilidades.

Indicado para: lançamentos, reposicionamentos, trocas de marca e acompanhamento periódico (tracking).

Veja o case de lançamento de marca →

O que mede
  • Conhecimento espontâneo e estimulado
  • Atributos associados e posição frente às concorrentes
  • Funil de marca: conhecimento, consideração, preferência e rejeição

Avaliação de campanha (pré e pós)

Antes da veiculação, o pré-teste compara peças e roteiros para escolher a mais clara e convincente. Depois, o pós-teste mede se a campanha foi lembrada, entendida e atribuída à marca, comparando quem viu e quem não viu.

Indicado para: anunciantes, agências de comunicação e órgãos públicos com campanhas de utilidade pública.

Veja o case de comunicação institucional →

O que mede
  • Lembrança espontânea e estimulada
  • Compreensão da mensagem e atribuição à marca
  • Efeito na imagem e na intenção do público

Hábitos, atitudes e jornada de compra

Retrata como o público compra e usa uma categoria: frequência, locais e canais, marcas, critérios de escolha e quem influencia a decisão.

Indicado para: entrada em novos mercados, revisão de portfólio e estratégia de canais.

Veja o case de jornada de compra →

O que mede
  • Frequência, canais e locais de compra
  • Critérios de escolha e influenciadores
  • Perfis de consumidores com hábitos distintos

Perfil e segmentação de público

Mostra quem é, de fato, o público e em que grupos ele se divide: perfis com situações, necessidades e comportamentos distintos, em vez de uma média que não descreve ninguém.

Indicado para: organizações que precisam desenhar produtos, programas ou comunicação para públicos diversos.

Veja o case dos pequenos empreendedores →

O que mede
  • Perfil, trajetória e características do público
  • Grupos com necessidades e comportamentos distintos
  • Diferenças por região e por segmento

Avaliação de localização e expansão

Avalia se uma nova loja ou unidade entraria na rotina das pessoas: missões de compra, trajetos, interesse no novo ponto e o risco de apenas tirar clientes das unidades da própria rede.

Indicado para: redes de varejo e de serviços que planejam abrir ou mudar unidades.

Veja o case da nova localização →

O que mede
  • Hábitos e missões de compra na região
  • Interesse no novo ponto e o que ele precisaria oferecer
  • Clientes novos × canibalização

Teste de conceito e de produto

Avalia ideias, produtos, embalagens ou nomes antes do lançamento, medindo atratividade, entendimento e intenção de compra ou de uso, e compara alternativas entre si.

Indicado para: lançamentos e reformulações, antes de investir em produção e mídia.

O que mede
  • Atratividade e entendimento do conceito
  • Intenção de compra ou de uso
  • Comparação entre alternativas

Retenção, cancelamento e reativação

Investiga por que clientes deixam de comprar ou cancelam, confirma a situação real de cada um e separa quem pode voltar de quem tem pouca chance de retorno.

Indicado para: empresas com base de clientes, assinaturas ou recompra recorrente.

Veja o case dos clientes inativos →

O que mede
  • Situação real do cliente e motivos do abandono
  • Pontos da jornada em que a experiência falha
  • O que faria o cliente voltar

Opinião pública e avaliação de serviços públicos

Mede a percepção da população sobre serviços, programas e políticas públicas, com amostras representativas por região e perfil, para orientar prioridades e comunicação.

Indicado para: órgãos federais, estaduais e municipais e organismos internacionais.

Veja os cases do setor público →

O que mede
  • Avaliação de serviços e programas
  • Prioridades e demandas da população
  • Conhecimento e compreensão de políticas e campanhas

Comunicação interna e experiência do colaborador

Ouve os colaboradores para entender como a comunicação chega a cada área, o que gera confiança e o que precisa mudar, com acompanhamento ao longo do tempo.

Indicado para: empresas e órgãos com equipes grandes, dispersas ou em campo.

Veja o case de comunicação interna →

O que mede
  • Alcance e compreensão dos canais internos
  • Credibilidade das mensagens e de quem fala
  • Preferências de formato e de canal por perfil

Cultura de integridade e compliance

Mede a percepção dos colaboradores sobre o programa de integridade: lideranças, políticas, treinamentos, canais de relato e investigações, separando quem conhece, quem já usou e quem confia.

Indicado para: empresas e órgãos com programas de integridade e compliance.

Veja o case da cultura de integridade →

O que mede
  • Conhecimento, uso e confiança nos mecanismos
  • Lideranças, políticas, treinamentos e canais
  • Evolução entre medições e diferenças entre áreas
Métodos de coleta

O método certo para cada público

A escolha depende de quem precisa ser ouvido, do tamanho do questionário, da necessidade de mostrar estímulos e do prazo. Em muitos estudos, a melhor solução combina mais de um método.

CATI: entrevista por telefone

Entrevistas conduzidas por entrevistadores treinados, com roteiro eletrônico, supervisão e escuta das ligações. Alcança diferentes regiões com agilidade e controle rigoroso de cotas.

Indicado para: pesquisas de opinião, satisfação de clientes e públicos geograficamente dispersos.

Pontos fortes
  • Alcance em diferentes regiões
  • Supervisão e escuta das ligações
  • Controle rigoroso de cotas

Presencial: entrevista face a face (F2F)

Entrevistas pessoais em domicílios, pontos de fluxo, eventos ou locais de atendimento, com ou sem tablet. Com tablet (CAPI), o questionário registra horário e duração de cada entrevista e os dados chegam consolidados, sem digitação posterior. Permite mostrar materiais, embalagens e produtos ao entrevistado.

Indicado para: públicos difíceis de alcançar por telefone ou internet, estudos com estímulos físicos e entrevistas mais longas.

Pontos fortes
  • Alcança quem não está no telefone ou na internet
  • Permite mostrar e manusear produtos e materiais
  • Com tablet: registro de horário e duração, sem digitação

Web: pesquisa online

Questionário online enviado à base de clientes, a públicos específicos ou a participantes recrutados. Aceita imagens e vídeos e tem custo e prazo menores.

Indicado para: bases de clientes, públicos conectados e testes de conceito com estímulos visuais.

Pontos fortes
  • Custo e prazo menores
  • Aceita imagens e vídeos
  • Participante responde no seu tempo

URA: resposta audível

Entrevista automatizada por telefone, em que o participante responde por voz ou pelo teclado. Indicada para grandes volumes e questionários curtos.

Indicado para: pesquisas pós-atendimento e medições frequentes com poucas perguntas.

Pontos fortes
  • Grandes volumes em pouco tempo
  • Ideal logo após o atendimento
  • Questionários curtos e objetivos
Amostra e precisão

Amostra, margem de erro e nível de confiança

Uma amostra representativa reproduz, em escala menor, a composição do público estudado: região, sexo, idade, classe social ou outro critério relevante. Para a classificação socioeconômica, a Checon utiliza o Critério Brasil, padrão definido pela ABEP.

A margem de erro indica quanto o resultado pode variar em relação ao valor real da população. O nível de confiança diz com que segurança essa margem vale. Amostras maiores reduzem a margem, mas o ganho diminui à medida que a amostra cresce.

±2,8

pontos percentuais é a margem de erro de uma pesquisa com 1.225 entrevistas, com 95% de confiança.

Estimativa para amostragem aleatória simples, com 50% de proporção (cenário mais conservador). O plano amostral de cada estudo considera também cotas, estratificação e grupos de análise.

Abrir a calculadora completa e entender o cálculo →

Qualidade de campo

Controle de qualidade em cada etapa

A Checon aplica em cada projeto os procedimentos previstos na norma internacional de pesquisa de mercado, opinião e social.

  • Treinamento e briefing dos entrevistadores antes de cada projeto
  • Supervisão do campo e escuta de entrevistas telefônicas
  • Verificação de uma parcela das entrevistas junto aos respondentes
  • Checagem de consistência e controle de cotas durante a coleta
  • Rastreabilidade de cada etapa, do questionário à base final
  • Tratamento dos dados pessoais conforme a LGPD
ISO
20.252

Certificada desde 2010, com auditoria externa além de controle interno de qualidade em todos os projetos.

Como funciona

Da pergunta de negócio ao resultado

  1. 01Briefing e objetivosEntendemos a decisão que a pesquisa precisa apoiar e o público que deve ser ouvido.
  2. 02Plano amostral e questionárioDefinimos amostra, cotas, método de coleta e um questionário claro e sem vieses.
  3. 03Pré-teste e campoTestamos o questionário e iniciamos a coleta com supervisão e controle de qualidade.
  4. 04Processamento e checagemOs dados são verificados, consistidos e, quando necessário, ponderados.
  5. 05Análise e apresentaçãoEntregamos resultados, leitura especializada e recomendações práticas.
O que você recebe

Entregas de um estudo quantitativo

  • Questionário validadoInstrumento revisado e pré-testado.
  • Plano amostralTamanho da amostra, cotas, margem de erro e nível de confiança.
  • Base de dados tratadaDados consistidos, prontos para novas análises.
  • Tabelas cruzadasResultados por perfil, região e segmento.
  • Relatório analíticoPrincipais achados com leitura especializada.
  • Apresentação executivaSíntese e recomendações para a tomada de decisão.
1992mais de 30 anos de pesquisa
ISO20.252, certificada e auditada
+5 mientrevistas nos últimos 10 anos
+500projetos no Brasil e no exterior
Case

Na prática

Desafio

Entender quem são, de verdade, os pequenos empreendedores, inclusive quem fechou o negócio ou nunca começou.

Método

Pesquisa nacional por telefone, com mais de 10 mil entrevistas, segmentação e comparação com o cadastro.

Resultado

Perfis de empreendedores que orientaram a capacitação e a comunicação da organização.

Ler o case completo →

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre pesquisa quantitativa

Pergunta 01

Qual o tamanho de amostra ideal para uma pesquisa?

Depende da precisão desejada, do tamanho da população e dos grupos que precisam ser analisados separadamente. Para uma população grande, cerca de 1.070 entrevistas garantem margem de erro de 3 pontos percentuais com 95% de confiança. Se for preciso comparar regiões ou perfis, cada grupo precisa de uma amostra suficiente. Use a calculadora desta página para uma primeira estimativa.

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Pergunta 02

O que é margem de erro e nível de confiança?

A margem de erro indica quanto o resultado da amostra pode variar em relação ao valor real da população. O nível de confiança indica com que segurança essa margem se aplica. Por exemplo: 40% com margem de 3 pontos e 95% de confiança significa que, em 95 de cada 100 amostras possíveis, o valor real estaria entre 37% e 43%.

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Pergunta 03

Pesquisa por telefone, online ou presencial: qual escolher?

A escolha depende do público, do tamanho e da complexidade do questionário, da necessidade de mostrar estímulos e do prazo. Telefone (CATI) combina alcance e controle; online é ágil e permite imagens e vídeos; presencial alcança públicos sem acesso a telefone ou internet e permite manusear produtos. Muitos estudos combinam métodos.

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Pergunta 04

Quanto tempo leva uma pesquisa quantitativa?

O prazo varia conforme o tamanho da amostra, o método de coleta, a abrangência geográfica e a dificuldade de encontrar o público. A Checon apresenta o cronograma completo na proposta, do questionário à apresentação dos resultados.

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Pergunta 05

Como é feito o controle de qualidade das entrevistas?

A Checon segue a norma ISO 20.252, com certificação desde 2010. Isso inclui treinamento de entrevistadores, supervisão do campo, escuta de entrevistas telefônicas, verificação de parte das entrevistas junto aos respondentes e checagem de consistência dos dados.

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Pergunta 06

O que é NPS e como ele é medido?

O Net Promoter Score mede a probabilidade de um cliente recomendar uma empresa, em uma escala de 0 a 10. Quem responde 9 ou 10 é promotor; de 0 a 6, detrator. O NPS é a diferença entre o percentual de promotores e de detratores. O mais importante é entender os motivos por trás da nota, o que a Checon faz com a análise de drivers de satisfação.

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