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Case · Energia e infraestrutura

Ouvir, medir e acompanhar: como uma grande empresa de energia passou a avaliar sua comunicação interna

Cliente
Grande empresa brasileira do setor de energia
Tema
Comunicação interna e experiência do colaborador
Método
Grupos focais online, pesquisa web com colaboradores e comunidade online
O que o indicador mostra
Abriu a mensagem
O que ele não alcança
Entendeu?
Confiou?
Achou relevante para o próprio trabalho?
Contexto

O ponto de partida

A empresa não sofria de falta de comunicação. Tinha canais estruturados, uma equipe dedicada e produção constante de conteúdo. O que ela não tinha era a resposta para uma pergunta que os indicadores não alcançam: a taxa de abertura mostra quem abriu a mensagem, mas não mostra quem entendeu, quem confiou nela e quem a achou relevante para o próprio trabalho.

Com milhares de colaboradores, a distância entre esses dois números pode ser grande. Isso vale especialmente quando parte da equipe está no escritório e parte está em campo, em turnos e com pouco tempo diante de uma tela.

Como fizemos

Três etapas, uma lógica

Para responder a essa pergunta, a Checon desenhou um estudo em três etapas. Cada uma partiu do que a anterior revelou.

Desenho do estudo
1. OuvirGrupos focais online
2. MedirPesquisa web com os colaboradores
3. AcompanharComunidade online

Etapa 1OuvirGrupos focais online

Um questionário mede bem o que já sabemos perguntar. No início, a empresa precisava descobrir justamente o que ainda não sabia perguntar.

Foram 16 grupos, com mais de 100 colaboradores de áreas operacionais e administrativas, em mais de cinco localidades. Os grupos foram organizados por perfil e por região, o que permitiu comparar como a mesma comunicação chega a públicos diferentes.

Nos grupos, o relato de um participante puxa o do outro. Discordâncias aparecem e o vocabulário real das pessoas vem à tona: como chamam os canais, o que consideram “comunicado oficial” e em quem confiam para confirmar uma informação. O formato online permitiu reunir todos esses públicos sem deslocamento e sem tirar ninguém da operação por mais tempo que o necessário.

Partiu do que a etapa 1 revelou

Etapa 2MedirPesquisa web com os colaboradores

O que surgiu nos grupos foi levado a uma pesquisa online de autopreenchimento, aberta a todos os colaboradores. Essa etapa validou os achados qualitativos em escala e permitiu traçar o perfil de consumo de informação de cada público.

Ela também trouxe uma série de indicadores e atributos criados para medir, em números, os fatores que aumentam ou reduzem a credibilidade de cada canal e meio de comunicação. Assim, uma percepção que antes era subjetiva passou a ter régua.

Em paralelo à etapa 2

Etapa 3AcompanharComunidade online

Em paralelo, uma comunidade online com uma amostra menor de colaboradores acompanhou a recepção das comunicações internas à medida que elas eram publicadas. Isso permitiu ver, quase em tempo real, como cada mensagem era entendida, e não apenas como ela era lembrada depois.

Entregas

O que o cliente recebeu

  1. 01

    Um diagnóstico de canais e formatos, mostrando o que funciona para quem.

  2. 02

    Um retrato de como cada perfil de colaborador consome informação, construído com base na etapa quantitativa.

  3. 03

    O mapeamento das lacunas de informação que geram dúvidas e ruído.

  4. 04

    Recomendações para priorizar canais e ajustar a linguagem.

Resultado

O que mudou na empresa

O estudo passou a orientar as decisões da área de comunicação sobre onde investir esforço e como adaptar cada mensagem ao seu público. Ele também deixou um legado: a empresa ganhou uma forma de acompanhamento contínuo da comunicação interna, um tracking que não existia antes.

Acompanhamento contínuo da comunicação interna
Aprendizados

O que levamos deste projeto

Lição 1

Alcance não é compreensão. A mesma mensagem, enviada pelo mesmo canal, pode ser lida de formas muito diferentes por quem está no escritório e por quem está em campo. A confiança nela depende tanto de quem fala e de como fala quanto do conteúdo.

Lição 2

A outra lição é que a escuta só vira gestão quando pode ser repetida. Ouvir uma vez gera um diagnóstico. Medir e acompanhar faz desse diagnóstico uma ferramenta para decidir.

Contato

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