Conheça a Ana
34 anos, compra pelo celular toda semana. Foi recrutada pelo perfil definido no estudo.
Testes de usabilidade em sites, apps e protótipos: acompanhamos pessoas reais em tarefas reais, registramos olhar, caminhos e cliques e, depois, ouvimos delas o porquê de cada decisão.
Teste de usabilidade é a técnica que avalia a experiência de clientes e usuários a partir de tarefas típicas em um site, aplicativo, loja virtual ou protótipo. Veja como funciona na prática.
34 anos, compra pelo celular toda semana. Foi recrutada pelo perfil definido no estudo.
Ela recebe as orientações e autoriza a gravação da sessão e o uso do eye tracking.
“Encontre um presente de até R$ 100 e coloque no carrinho.” O olhar e cada toque são registrados.
Ana toca três vezes no banner de ofertas, que não leva a lugar nenhum, e volta para a busca.
Ao final, Ana assiste à gravação da própria sessão e explica o que pensava.
Achei que o banner levava direto para as ofertas.
Ela avalia a facilidade da tarefa, com nota 3 de 7, e responde a perguntas sobre clareza e confiança.
O banner entra como problema crítico, com a recomendação de transformá-lo em link para as ofertas.
Personagem e situação ilustrativas.
Comparamos o caminho que cada participante fez com o caminho esperado, e mostramos em que etapa as pessoas desistem.
Leitura: o carrinho concentra o maior abandono da tarefa.
Mapas de cliques e toques revelam o que as pessoas esperam que seja clicável, inclusive elementos que não levam a lugar nenhum.
Leitura: muitos cliques na foto do produto, que não amplia.
Esboços, telas e protótipos navegáveis são testados com o público, que avalia clareza, atratividade e facilidade de uso de cada alternativa.
Por quê: no conceito B, o botão aparece junto à imagem do produto.
Duas versões de uma página ou fluxo são comparadas com participantes do público-alvo, medindo sucesso, tempo e cliques, e explicando a diferença.
Por quê: na versão A, o botão fica abaixo da dobra e com pouco contraste.
Dados ilustrativos.
No Retrospective Think Aloud (RTA), o participante realiza as tarefas em silêncio, como faria em casa. Ao final, assiste à gravação da própria sessão, com o rastro do olhar sobreposto, e comenta o que pensava em cada momento.
Primeiro eu fui na busca, mas não sabia o que digitar.
E o que você esperava encontrar nessa tela?
Esse banner parecia o botão para ver as ofertas.
Toquei três vezes e nada. Achei que o app tinha travado.
Falas ilustrativas.
Depois das tarefas, o participante responde a um questionário pós-teste: a facilidade de cada tarefa, uma avaliação geral da experiência e perguntas sobre clareza, confiança e intenção de uso.
participantes voltariam a usar o app. Os demais citaram a dificuldade de encontrar as ofertas.
participantes em testes com rastreamento do olhar, no portal de uma organização de apoio a empreendedores. O portal foi alterado a partir do estudo.
Quando o usuário não encontra, o problema não é dele →Intenção de uso e facilidade por tarefa: números ilustrativos do questionário. O case ao lado é real.
Testes de usabilidade trabalham com grupos pequenos por perfil de usuário, porque os problemas mais importantes tendem a se repetir logo nas primeiras sessões. Quando há perfis diferentes, como clientes novos e antigos, cada um recebe seu grupo. A Checon define o número ideal na proposta, de acordo com os objetivos e os perfis envolvidos.
Falar com um especialistaÉ uma técnica em que o participante realiza as tarefas de forma natural e, ao final, assiste à gravação da própria sessão, com o percurso do olhar sobreposto, comentando o que pensava em cada momento. Como ele não precisa falar enquanto navega, o comportamento, o tempo e o olhar não são afetados, e os comentários ficam mais completos.
Falar com um especialistaO teste A/B compara duas versões e mostra qual tem melhor desempenho. O teste de usabilidade mostra por que isso acontece: onde as pessoas se confundem, o que procuram e o que deixam de ver. A Checon compara versões A e B com participantes do público-alvo, medindo sucesso, tempo, cliques e preferência, e explica a diferença entre elas.
Falar com um especialistaSim. Testar protótipos e conceitos antes do desenvolvimento é uma das formas mais econômicas de evitar retrabalho. É possível avaliar desde esboços e telas estáticas até protótipos navegáveis, comparando alternativas de layout e de fluxo.
Falar com um especialistaAo final das tarefas, o participante responde a um questionário pós-teste. Ele inclui a avaliação da facilidade de cada tarefa, uma avaliação geral da experiência e perguntas específicas sobre clareza, confiança e intenção de uso.
Falar com um especialistaUm relatório com os problemas encontrados, priorizados por gravidade e com recomendações de melhoria, além de vídeos com os momentos-chave, mapas de cliques e de calor, os caminhos percorridos e os resultados do questionário pós-teste.
Falar com um especialistaConte qual decisão você precisa tomar. Um especialista retorna com uma primeira abordagem metodológica em até 1 dia útil.