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Case · Saúde e farma

As mesmas perguntas, dos dois lados do atendimento

Segmento
Saúde
Tema
Percepção de profissionais e pacientes
Método
Pesquisa quantitativa presencial nos locais de atendimento, com mais de 3.000 entrevistas
Contexto

O ponto de partida

Alguns temas de saúde mobilizam opiniões de todos os lados. Especialistas se posicionam, a imprensa repercute, as redes sociais amplificam, e assuntos técnicos passam a fazer parte das conversas do dia a dia.

Uma organização nacional da área da saúde precisava ir além desse debate e responder a uma pergunta mais difícil: o que pensam, de fato, as pessoas mais próximas dessa realidade? Isso valia tanto para os profissionais que atendem quanto para os pacientes e acompanhantes que são atendidos.

O debate público mostrava as opiniões mais visíveis. A organização precisava conhecer as mais compartilhadas.

Desenho

Um questionário espelhado

O estudo ouviu os dois públicos separadamente, mas com perguntas equivalentes. Com isso, cada tema pôde ser analisado pelos dois lados da mesma relação.

Esse desenho permitiu ver onde profissionais e público atendido pensavam parecido e onde suas visões se afastavam. Para uma organização representativa, essa comparação dá algo que uma opinião isolada não dá: contexto. Uma posição pode parecer dominante dentro de um grupo e ganhar outro peso quando colocada ao lado da visão do outro.

Os questionários abordaram comportamentos, prevenção e a forma como as decisões sobre cuidados de saúde são tomadas.

Profissionais
  1. P1
  2. P2
  3. P3
Pacientes e acompanhantes
  1. P1
  2. P2
  3. P3
  1. Comportamentosvisões próximas
  2. Prevençãovisões se afastam
  3. Decisões sobre cuidadosvisões se afastam
Ilustrativo
Campo

Um campo à altura da pergunta

Para ouvir as pessoas onde aquela realidade era vivida, as entrevistas foram presenciais e feitas nos próprios locais de atendimento.

Isso tornou o trabalho de campo especialmente complexo. Foram mais de 3.000 entrevistas, com dois públicos diferentes, em regiões e municípios de portes e perfis variados, todas dentro da rotina de locais onde o atendimento não pode parar. Cada entrevista precisava produzir dados comparáveis, tanto entre os dois públicos quanto entre as diferentes realidades do país.

3.000+entrevistas presenciais, nos locais de atendimento
Profissionais Pacientes e acompanhantes
  1. Nacional
  2. Região
  3. Porte e tipo de município
  4. Perfil dos entrevistados
Análise

Por região, por município, por perfil

Os resultados foram analisados por região, por porte e tipo de município e pelas características dos entrevistados. Em um país diverso, saber onde as opiniões mudam é tão importante quanto conhecer o resultado nacional.

Resultado

O que mudou para o cliente

A organização passou a contar com uma base estruturada de evidências sobre temas que, fora da pesquisa, eram discutidos sobretudo com base em impressões e opiniões. A análise mostrou com clareza os pontos de convergência entre os dois públicos e as questões que mais os dividiam.

O que levamos deste projeto

Pesquisa não precisa eliminar as divergências. Precisa torná-las compreensíveis.

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