- Cliente
- Grande empresa brasileira
- Segmento
- Infraestrutura
- Tema
- Cultura de integridade
- Método
- Pesquisa quantitativa periódica com colaboradores
O ponto de partida
Uma grande empresa brasileira tinha tudo o que se espera de um programa de integridade: código de conduta, políticas internas, treinamentos, canal de denúncia e uma estrutura dedicada ao tema.
Mas ter esses mecanismos não garante que eles sejam conhecidos, compreendidos e considerados eficazes por quem trabalha na empresa. A organização já media periodicamente a percepção dos colaboradores sobre integridade e prevenção de desvios. A pergunta de fundo era: a cultura que a empresa deseja é a mesma que os colaboradores percebem?
| Mecanismo | Na empresa | Na percepção |
|---|---|---|
| Código de conduta | ✓ existe | ? |
| Políticas internas | ✓ existe | ? |
| Treinamentos | ✓ existe | ? |
| Canal de denúncia | ✓ existe | ? |
| Estrutura dedicada | ✓ existe | ? |
Do abstrato ao mensurável
Cultura de integridade parece um tema difícil de medir. O estudo ouviu milhares de colaboradores e transformou esse tema em dimensões que podem ser acompanhadas e comparadas: a postura das lideranças, os treinamentos, o conhecimento das políticas, as investigações e medidas disciplinares, a prevenção de desvios e os canais para relatar situações inadequadas.
A pergunta era se o colaborador via as regras funcionando na prática.
- Dimensão 1Postura das lideranças
- Dimensão 2Treinamentos
- Dimensão 3Conhecimento das políticas
- Dimensão 4Investigações e medidas disciplinares
- Dimensão 5Prevenção de desvios
- Dimensão 6Canais para relatar situações
Conhecer, usar, confiar
Algumas perguntas exigiam um olhar mais fino. No caso do canal de denúncia, por exemplo, o estudo separou a percepção de quem apenas conhece o canal da experiência de quem já precisou usá-lo.
A distinção importa, porque as duas visões podem ser muito diferentes. Quem nunca usou avalia uma promessa. Quem usou avalia uma experiência. O mesmo cuidado foi aplicado aos treinamentos e à atuação dos profissionais dedicados ao tema.
Assim, a pesquisa passou a medir três coisas distintas: se as pessoas conhecem os mecanismos, se os usaram e se confiam neles.
- 1Conhece
- 2Usou
- 3Confia
Onde, e não só quanto
Em uma empresa desse porte, o resultado geral esconde as diferenças entre áreas. Por isso, a análise comparou diferentes segmentos internos e acompanhou a evolução dos indicadores em relação às medições anteriores.
A pergunta deixou de ser apenas “como estamos?” e passou a ser “onde estamos avançando, onde há diferenças e o que merece atenção?”.
| D1 | D2 | D3 | D4 | D5 | D6 | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Segmento A | ||||||
| Segmento B | ||||||
| Segmento C | ||||||
| Segmento D |
De dezenas de indicadores a poucas prioridades
Um estudo desse tamanho produz uma quantidade enorme de números, e o risco é que o importante se perca no meio deles. Os resultados foram organizados em índices consolidados, séries históricas e uma matriz de priorização, que mostra quais temas merecem mais atenção da gestão.
- Índices consolidados
- Séries históricas
- Matriz de priorização
O que mudou para o cliente
A pesquisa se tornou uma ferramenta de governança. Com ela, a empresa passou a ter evidências para definir prioridades, acompanhar suas iniciativas de integridade e direcionar atenção para os pontos mais relevantes da experiência dos colaboradores.
- Definir prioridades
- Acompanhar as iniciativas
- Direcionar a atenção
- PolíticasPolíticas mostram no que uma organização acredita.
- ProcessosProcessos mostram o que ela estruturou.
- PessoasSó as pessoas mostram se tudo isso funciona.